domingo, 18 de julho de 2010

Picture perfect memories...

Uma vida verdadeira ou um sonho doce e gentil? 
Você novamente ou você nunca mais?
Admitir ou desaparecer?
Aqui ou longe?
Você vai voltar ou nunca realmente esteve aqui?
Estou em você como você está em mim?
Abaixar a cabeça ou mover os pés?
É o passado ou só uma continuação?
Isso passa ou ta só começando?
Se trata de sentimento ou mais que isso?
Anestesia ou cura?

Eu quero ir embora... 
(Raíssa C. Momesso)

terça-feira, 13 de julho de 2010

As coisas que eu não entendo... por que você me olha desse jeito?

[...] Mas um dia lhe aconselharam: "Vá em busca dos teus desejos garota, vá!", e ela foi... E foi com tanta intensidade que quando voltou estava vazia de sentimentos bons, e sua única voz era o silêncio, suas únicas palavras era o olhar perdido e sugestivo. Ela foi... mas não voltou nunca mais. 
Incompleta, indecisa, indefesa... Pensando em nunca mais atender pedidos alheios.
Melissa agora era um corpo regado de mágoas que a domavam... Não dormia, não fugia e não pensava em se esconder. Se Melissa fosse uma canção só teria acordes sustenidos... Mas agora, ela não sabia mais sobre suas canções. (Raíssa C. Momesso)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Mesmo que o mundo não saiba, e mesmo que o mundo não queira...

Quando eu decidi que levaria comigo todo o meu passado eu me arrisquei ao extremo, mas ao mesmo tempo eu sabia que algo inusitado poderia me acontecer hora ou outra. Quando você se deita pra dormir com bastante sono, tanto sono que quase não se aguenta, e der repente um pequeno ruído vindo la de longe te tira o sono e te afoga numa imensa insônia, acredite... não era apenas um ruído vindo de longe, era um despertar da tua alma para algo que  vai acontecer. Lentamente as coisas vão acontecendo e sua vida vai ficando cada fez mais sem estratégia,  sem planos e confusões; e aí então você sorri! Mas você sorri verdadeiramente... e sorri apenas para coisas verdadeiras. Sua felicidade não é banalizada e sim sincera e mais profunda; e quando se está assim não precisa anunciar aos quatro ventos, quem precisa da sua felicidade é apenas você! 
E como num pulo de linha, num parágrafo, eu posso mudar o rumo do meu texto e sair do "eu" para o "tu", a sua vida, as nossas vidas, podem mudar... Sem nos dar explicação, motivo ou razão. Apenas mudam... pois a rotina depois de um tempo se torna angustia, e a angustia não trará brilho nenhum pros teus dias. Aceite as mudanças da vida e faça dela um texto: simples, infinito, cheio de interpretações... Não é pecado nenhum brincar de viver, ao contrário, é necessário! (Raíssa C. Momesso)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Um dia eu aprendo e mudo de rumo...

A gente sempre se espera mais da vida do que ela pode nos dar. E o resultado disso é um emaranhado de frustrações, mágoas e uma baixa enorme na vontade de seguir em frente sempre... O jeito é respirar fundo e tentar nos convencer que sempre dá pra virar o jogo. Ser realista dói demais. (Raíssa C. Momesso)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

You steal my heart and you take my breath away...



Todo mundo nessa vida tem um dever. O meu é colocar cor onde não tem e viver para os outros...
Alguns tem o dever de segurar aqueles que caem das pontes. É ser o anjo de alguém.
Mas não importa qual dever seja, desde que ele seja entregue.
Eu descobri que cantando uma canção eu posso chegar mais alto do que gritando palavras ao vento.
Aprendi que o calor existente em meu abraço não pode ser encontrado em lugar nenhum.
Como alcançar as estrelas? Fácil! É só estar disposto a isso a partir do momento que o despertador tocar.
Não sentir medo já é um grande passo... E você para onde vai esta noite? Venha comigo então... (Raíssa C. Momesso)

domingo, 4 de julho de 2010

And I need you now somehow...

Como já diziam: "Depois que você conhece o sol, não se contentarás mais com apenas uma estrela".
Ganhei de forma fácil, mas merecida, as melhores sensações, a melhor forma de ser feliz, abraços cheios de conteúdo, ganhei e retribuí. Encontrei mais do que palavras em meio a um abismo de ilusões, me devolveram o fôlego quando eu já me sentia sem vida. Trouxeram meu sorriso de volta, minha sensibilidade e minha vontade de acreditar no mundo novamente. E tudo isso pra que? Pra depois me tirarem sem ao menos me dar um motivo convincente, sem me consultar se essa era minha vontade, sem perguntar se eu saberia viver sem isso tudo?
A sensação agora é de como se eu estivesse caminhando dentro de uma neblina forte, com os olhos vermelhos e a cabeça vazia e sem vontade de encontrar uma saída. Sensação é de como se eu estivesse num labirinto, em sã consciência que quanto mais eu andar mais vou me perder, mas ficar parada também não resolve...
E quanto mais eu penso mais me perco, mas como não pensar? Por que a maturidade sempre foge na hora em que ela tem que ser usada? Ou será que ela existe mesmo..? O vazio é inevitável, a luta de agora em diante vai ser para encontrar fragmentos que irão enche-lo e fazê-lo desaparecer.
Sem um porque, sem um argumento, sem uma verdade... Eu vou continuar, mesmo sem razão, mesmo sem conteúdo, por que se eu não continuar não vai existir lugar nenhum pra ficar. (Raíssa C. Momesso)

sábado, 3 de julho de 2010

Volte pra casa vai chover porque eu vi seu domingo desaparecer...



Gosto de me enrolar em novelos de ilusão, gosto do toque macio que elas me trazem... Sentir o gosto das salivas, e senti-las escorrendo em minhas costas... Encher minha cabeça de pensamentos impiedosos e suculentos, esperar que um dia eles aconteçam... Conseguir viver entre o sim e o não, o doce e o amargo, o céu e o inferno, o grave e o agudo, enxergar algo além do que se imagina dentro das indecisões. Encarar todos os olhares, desafia-los e absorve-los. Fugir quando for necessário e não se envergonhar em fazer isso... Rezar para que meus caminhos possam se cruzar com os caminhos dos meus desejos. Agir sem fingir até quando eu não puder mais aguentar! (Raíssa C. Momesso)