domingo, 1 de agosto de 2010

Sem obrigações eu espantava a lucidez, e por um algum motivo eu me encontrei...

Pra que criar confusões? Pra que me deixar sem saída? Pra que me colocar em um lugar na qual não poderei ficar? Começar a sentir teu aconchego, entrar debaixo das tuas cobertas e quando eu começar me aquecer já tenho que ir embora... Talvez nem seja maldade, crueldade ou algum veneno do tipo; talvez nem seja de propósito, talvez seja acidental... Mas é difícil entender como coisas assim acontecem. Como a coragem que demorou a chegar, talvez você demore também; mas sabe... sem pressa, sem atropelamentos, eu sei que as coisas vão acontecer. Mais cedo ou mais tarde, não adianta fugir... Quem sabe eu seja a tua carona no meio dessa estrada onde apenas carros passaram te observando e não te notando, como eu te notei, como eu parei... 
Pode andar deixando teus rastros nas folhas, pode voar e sentir o vento no teu rosto, só não se deixe esquecer onde realmente é a tua morada: eu! (Raíssa C. Momesso)

sábado, 31 de julho de 2010

E o teu olhar me diz tantas coisas, tantas coisas loucas...

Cure tudo aquilo que te machuca, se afaste de tudo aquilo que te aflinge, esqueça as memórias sombrias que insistem em não te deixar dormir. É fácil... basta abrir teus olhos e permitir que eles encontrem o sol, que eles encontrem a luz. Abrace os teus medos e impeça-os de se espalharem pela tua casa. Eu já fugi tantas vezes de batalhas fáceis de se vencer, e fugi, não por covardia, mas por não estar preparada para vencer.
Encare sem receio as tuas dúvidas, entenda que todo nós temos limites e as vezes eles são mais extremos do que queremos e imaginamos. Se você está cansado de errar, permita-se saber que você é um vencedor por tentar sempre, mesmo errando sempre. O teu pecado, as vezes, é lei para os dias alheios... e você vai continuar mesmo se culpando por eles? Preocupe-se mais em sorrir nos teus dias atuais, do que em planejar teus dias futuros. Tantas vezes eu perdi o futuro que planejei, que agora sem querer eu só sei olhar pro minuto que eu to vivendo! (Raíssa C. Momesso)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Cada vez mais te vejo em mim...



Você sempre esteve do meu lado e eu nunca te vi... Talvez mais pra frente eu vou me arrepender de estar escrevendo aqui por você e para você, mas o que virá mais pra frente no momento não me importa. Eu nunca duvidei do destino, mas confesso que achei que ele não seria capaz de certas coisas... Hoje ele me mostra o contrário. Teimoso, contraditório, infinito... ele age! Enxergo agora os teus abraços com outros olhos, sinto o meu pensamento longe e querendo cada vez mais chegar perto de ti. O meu desejo, meu grande desejo é poder te colocar absoluto nos meus dias e pensamentos, é fazer com que meu coração se torne tua morada, e o meu segundo grande desejo é que isso tudo seja reciproco. Não deixemos o medo nos atrapalhar novamente e estragar noites e noites que virão... Noites em que eu dormirei com seu sorriso e acordarei contigo nos braços. Eu vou fazer o melhor que eu já fiz entre a gente e para a gente! Eu vou me arriscar novamente... Não me dê motivos para me arrepender disso depois. (Raíssa C. Momesso)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Como se você quisesse alguma coisa que eu tenho...

Olhe... Isso está distante de você. Por que ainda insiste em querer isto? Eu estou do seu lado, eu sempre estarei do seu lado, é tão difícil assim me enxergar?
Talvez eu seja a melhor pessoa pra ser dona dos teus abraços, pra guardar teus beijos e encher teus olhos de alegria. Você se lembra do quanto eu fiz bem pra você? Você consegue se lembrar disso? Então por que foges assim de mim? Por que foges de algo que só coloriu teus dias e deu vida a tuas noites? Não tenhas medo de sentir medo, eu sinto também... Mas você não vê que só eu posso tira-lo de você e você de mim? 
Vem comigo, não fuja da felicidade... ela quer você! Olhe para mim, sinta tudo aquilo que sentiu quando se deitou em meus braços... Eu estava completa contigo e sinto que você estava também! Talvez você não veja, mas sou eu o caminho mais simples e incrível pra você caminhar. Pare de buscar coisas distantes, você não vê que isso só vai te machucar ainda mais? Eu estou aqui... Eu sempre estarei aqui... (Raíssa C. Momesso)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

E a tristeza parece poesia...

Você tem um sonho. Não importa o tamanho que ele tenha, não importa o quão longe ou perto ele esteja. Você conta os dias para chegar a chance de poder lutar pelo teu sonho, e quando a chance chega a tua sede é tão enorme que você deixa a água derramar e levar teu sonho embora. Dizer que é natural trocar "os pés pelas mãos" é uma forma de aliviar o esporro causado pelas tuas ações, mas nada consegue barrar as consequências que logo virão. E quando o teu sonho é o mesmo sonho que o de várias pessoas, quando a tua chance de lutar é a mesma chance de todas essas pessoas, trocar "os pés pelas mãos" acaba sendo mais inconsequente, mais pecável ainda. Os teus atos você leva na memória e as consequencias na bagagem. Não deixe a bagagem ficar pesada a ponto de não conseguir mais carregá-la. Faça o que deve ser feito e não o que não poderá ser desfeito mais tarde... Você vai entender, você vai aprender. Erros dão chances, porque onde há dor há reflexão. (Raíssa C. Momesso)

domingo, 18 de julho de 2010

Picture perfect memories...

Uma vida verdadeira ou um sonho doce e gentil? 
Você novamente ou você nunca mais?
Admitir ou desaparecer?
Aqui ou longe?
Você vai voltar ou nunca realmente esteve aqui?
Estou em você como você está em mim?
Abaixar a cabeça ou mover os pés?
É o passado ou só uma continuação?
Isso passa ou ta só começando?
Se trata de sentimento ou mais que isso?
Anestesia ou cura?

Eu quero ir embora... 
(Raíssa C. Momesso)

terça-feira, 13 de julho de 2010

As coisas que eu não entendo... por que você me olha desse jeito?

[...] Mas um dia lhe aconselharam: "Vá em busca dos teus desejos garota, vá!", e ela foi... E foi com tanta intensidade que quando voltou estava vazia de sentimentos bons, e sua única voz era o silêncio, suas únicas palavras era o olhar perdido e sugestivo. Ela foi... mas não voltou nunca mais. 
Incompleta, indecisa, indefesa... Pensando em nunca mais atender pedidos alheios.
Melissa agora era um corpo regado de mágoas que a domavam... Não dormia, não fugia e não pensava em se esconder. Se Melissa fosse uma canção só teria acordes sustenidos... Mas agora, ela não sabia mais sobre suas canções. (Raíssa C. Momesso)