Eu vou enlouquecer tentando te entender. Talvez eu entenda errado os sinais que você me dá, talvez nem tudo está tão claro assim pra mim. Atualmente dividida em dois mundos, vivo agora o que sempre julguei impossivel acontecer. E eu que sempre tive o costume de dizer nunca, hoje a vida me mostra que nunca é algo que nunca acontece. Ultimamente ando pisando em cacos e nem me importando com a dor, porque la na frente enxergo algo à mim compensador... Agora chegou a vez de ser telespectadora e não atriz dessa história, porque se tem uma coisa em que eu realmente sou boa é ser paciente. E eu tenho fé que essa paciência vai me levar longe, ainda mais longe do que aqueles que hoje correm para chegar logo. Sem pressa eu entendo que o objetivo não é chegar, mas sim gozar das maravilhas existentes no caminho. Um dia todos irão chegar... Eu ja não preciso mais de motivos pra viver... Viver é o meu motivo agora! E de alma aberta para tudo e todos eu ja não consigo mais sentir medo. Apenas luz, apenas vida... é somente isso que eu consigo sentir em mim nesse instante. Doce instante... (Raíssa C. Momesso)
domingo, 11 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
E todo amor que em mim ainda não passou...
A vida passa a ter mais sentido cada vez que você olha pra tras e encontra tudo aquilo que você ja enfrentou. Os valores mudam, os conceitos mudam, a voz da vida muda... Todos os seus medos e suas virtudes se assentuam cada vez que você perde o chão, cabe a você escolher qual deles vai usar para ficar forte novamente. (Raíssa C. Momesso)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Far away... I don't care where, just far away
Tenho a esperança que um dia todos sintam dor. Pois sentindo saberão as marcas que ela deixa, e assim pensarão antes de machucar alguem. Tenho a esperança de um novo amanhã, de mudanças. Sinto que há a restauração, e quando restaurado, o ser humano fica maior e melhor. Tenho a esperança de um sorriso, daquele brilho nos olhos.
Tenho a vida voltando em mim novamente e tenho pensamentos mais leves.
Tenho as marcas do choro, o sangue voltando a ser quente.
Tenho acima de tudo a vontade de caminhar novamente sem precisar de ninguem.
Tenho a fé e a capacidade de entender que o passado se deixa pra tras, e tenho agora a força que não tinha antes.
Amém. (Raíssa C. Momesso)
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Na areia da praia, aos olhos da lua...
Eu vou tentar disfarçar meu olhar de amor ao cruzar você. Eu vou tentar disfarçar o meu desejo de estar perto de você.
Eu vou evitar sorrir quando ouvir teu nome. Eu vou evitar seguir pro mesmo lado que você.
Eu vou mentir quando me questionarem. Eu vou mentir quando você me questionar.
Eu vou deixar aqui escrito e guardado tudo que eu queria falar e guardar na tua memória.
Vou fazer o calor ser o meu afago e aconchego, substituindo seu beijo e seu abraço.
Eu vou procurar em outros olhares o que eu só acho no teu. Eu vou tentar não me manter vazia.
Eu vou te contar histórias até te convencer que não estou nem ai pra você.
Eu vou fingir, fugir, correr, me esconder, desviar, me iludir... Eu vou me manter longe de sentimentos que estão cada vez mais perto. (Raíssa C. Momesso)
terça-feira, 6 de abril de 2010
And so I have to say before I go...
É como areia movediça: você quer sair mas não consegue, você sabe que tem que sair mas não consegue.
No calor do seu abraço eu viro presa facil. É impressionante o modo com que você domina meus instintos e os tem na palma da mão. E toda vez que eu decido te deixar 'pra la', eu fico mais 'pra la' perto de você. Remar contra a maré ou deixar ela me levar? Tenho a impressão que daqui pra frente virão mais duvidas que soluções, então prepararei-me. (Raíssa C. Momesso)
No calor do seu abraço eu viro presa facil. É impressionante o modo com que você domina meus instintos e os tem na palma da mão. E toda vez que eu decido te deixar 'pra la', eu fico mais 'pra la' perto de você. Remar contra a maré ou deixar ela me levar? Tenho a impressão que daqui pra frente virão mais duvidas que soluções, então prepararei-me. (Raíssa C. Momesso)
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Acende um cigarro, fica um pouco mais...
E eu vivo na espera de um dia você chegar de surpresa trazendo seu sorriso e querendo meu abraço. Na espera de um dia cruzar por acaso contigo na rua e você me convidar para tomar algo e passar horas sentada ao teu lado prestando mais atenção na sua presença do que na sua conversa, de perder meus compromissos e chegar atrasada em casa por culpa tua. E talvez você tambem viva na espera disso tudo, e nesse jogo de espera ficamos os dois, perdendo tempo de ser feliz com pequenos detalhes e surpresas fáceis e gostosas de acontecer. (Raíssa C. Momesso)
Mais que o perdão... Carinho!
Sempre achei o modo com que a vida faz as coisas acontecerem, avassalador.
A vida não tem piedade, não tem medo de errar com as pessoas e parece ser dona de toda coragem que existe. Brinca com as pessoas como se elas fossem bonecos, fantoches sem sentimentos... mas a vida também age certo (na grande maioria das vezes). Ela nos mostra que o sofrimento não tem apenas o lado sombrio e doloroso, que o amor não é o esplendor que colocam nele, e que as pessoas podem parecer enigmáticas e impossiveis de se desvendar, mas na verdade são mais simples do que imaginamos. Os olhos com que vemos a vida nos limitam, fazendo-nos enchergar apenas aquilo que queremos. A partir do momento que você começa a enchergar com a sensibilidade, as coisas tomam formas até ali desconhecidas. Não apenas fale, e sim viva o que você diz... (Raíssa C. Momesso)
A vida não tem piedade, não tem medo de errar com as pessoas e parece ser dona de toda coragem que existe. Brinca com as pessoas como se elas fossem bonecos, fantoches sem sentimentos... mas a vida também age certo (na grande maioria das vezes). Ela nos mostra que o sofrimento não tem apenas o lado sombrio e doloroso, que o amor não é o esplendor que colocam nele, e que as pessoas podem parecer enigmáticas e impossiveis de se desvendar, mas na verdade são mais simples do que imaginamos. Os olhos com que vemos a vida nos limitam, fazendo-nos enchergar apenas aquilo que queremos. A partir do momento que você começa a enchergar com a sensibilidade, as coisas tomam formas até ali desconhecidas. Não apenas fale, e sim viva o que você diz... (Raíssa C. Momesso)
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