Eu achei que já tinha vivido de tudo, eu achei que já tinha visto de tudo, eu achei q já tinha amado o suficiente, eu só achei... Diferente de tudo que já vivi, já senti, já vi, você chegou e mostrou que até hoje na minha vida, eu não tinha sido ainda o melhor de mim. Meu sorriso é tão verdadeiro, minha felicidade é tão completa, meus sentimentos tão intensos... Como é bom gostar de você! Como eu agradeço á Deus por ter me dado um presente maravilhoso como esse. Tão simples, singelo, completo... Você é tudo que eu sempre quis, achando que não existia. As rotinas ficaram pra trás, a dor não existe mais, e meus dias agora são flores: mácios e com uma beleza singular! Teu rosto, teu gosto, teus olhos, teu sorriso, tuas verdades, teus sentidos... Guardei todos comigo e não vou soltá-los, não vou perde-los; agora são meus caminhos, meus guias, tudo que eu preciso. Eu tinha medo de nunca poder ter a chance de ser feliz, e agora vejo que essa é a chance. Que caia o mundo, que seja difícil o futuro, você estando comigo tenho a força que preciso para lutar, junto de ti, contra tudo isso e a favor de nós! ♥ (Raíssa C. Momesso)
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Enquanto eu acordo, você vai dormir; você me achou e eu te perdi...
Eu, geralmente, sempre ando sem destino... Deve ser esse gosto estranho pelo desconhecido, pelo não certo, pelo desafio, por não saber onde ir e nem como chegar. E, quase sempre, meus caminhos sem destino sempre me levam a lugares incríveis. Inconcientemente, eu me auto-desafio... A vida me dá um Menu de opções para escolher e eu sempre escolho o que não está no Menu. Não sei, deve ser o improvável que, quase sempre, é sempre mais interessante. Em todos (eu disse todos) os desafios da minha vida a primeira coisa que eu fazia era me entregar ao fato, para sentir o caso e saber onde eu estava entrando e com o que estava lidando. Sempre entreguei fácil meus desejos, meus sentimentos, minhas virtudes e talvez seja esse o meu erro de sempre. Não que eu me arrependa, pois vivi coisas maravilhosas com pessoas intensas, mas as marcas que a desilusão me deixa fazem doer e as vezes até me impedem de tentar caminhar novamente.
Agora, eu não sei onde vou chegar dessa vez, mas mesmo conhecendo o meu erro eu insisto nele. Talvez eu cause mais dor ao próximo do que o contrário... Somente peço perdão e garanto: doeu e dói em mim também! Eu sempre me machuquei mas nunca morri, imagino que com todos seja assim.
Se um dia me faltar coragem, se um dia me faltar vontade de tentar algo novo, de me iludir de novo, de arriscar um novo alguém, um novo sentimento, nesse dia estarei morta ou morrendo aos poucos. (Raíssa C. Momesso)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Memórias e lembranças, certezas e dúvidas; nada parece mudar...
Minhas mãos estão dormentes, enformigadas, ouço o silêncio e tudo pára... Depois de uma contagem regressiva, após a partida vem sempre as dúvidas: como vai ser agora? o que vai faltar? por onde eu vou andar?... Chuva, frio, passos nas calçadas; e ao longo dos dias as respostas vão surgindo. Solidão vale a pena quando é bem valorizada. Escrevo alguns versos, transformo-os em músicas e vivencio-as em minha cabeça. Reflexos de uma vida nada comum... Pele seca e morena, sinal que o sol andou queimando minhas vontades. O olhar vai longe, tirando fotos memorais e guardando fatos insignificantes. Um estado de espirito calmo, lento, sem sentido; onde o tanto faz é a mais frequente escolha... Não tenho pressa de chegar, pois não tenho onde ir... (Raíssa C. Momesso)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Inútil, a gente somos inútil...
Vocês pensam que os maiores assassinos, os maiores bandidos e responsaveis pela criminalidade no país são aqueles que estão nas ruas, que andam a mão armada e vivem nas favelas? Engano teu! Os maiores bandidos estão de terno e gravata dentro de suas salas com ar condicionado, são eleitos de 4 em 4 anos pelo povo; são aqueles que ficam em prédios nomeados "delegacia"; que usam o poder que lhes é dado, para matar inocentes em troca de dinheiro. Que encaram a política como business, que encaram o voto como a mercadoria mais valiosa que se pode ter; que vem na TV pra dizer que te protege quando na verdade ele tá numa milícia te fudendo! Manipulam o sistema contra você, e você acha que o sistema está no seu poder só porque existe uma porra duma urna eletrênica que supostamente elege quem você supostamente acha que vai melhorar alguma coisa. A corrupção vai além de dinheiro.. O que a corrupção menos rouba é dinheiro, o que ela realmente rouba é a vida de uma população que cada vez mais é refém de seus próprios governantes! Entao, comece a temer os que sorriem pra você e os que falam em um 'país melhor'. O pior inimigo é aquele que se desfarça, pois você nunca vê a verdadeira face dele! Quando dizem que a política e polícia nacional são SUJAS, estão enganados... Elas são IMUNDAS! E nós somos apenas fornecedores de uma mercadoria que vale mais que tudo dentro dessa sujeira toda.. Nós somos apenas vítimas de um sistema que o poder e o dinheiro são as leis verdadeiras; e que a legislação é apenas um livro de papéis que eles todos limpam a bunda! (Raíssa C. Momesso)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
But that's alright because I like the way it hurts...
Não importa para onde você vai, você sempre terá dois caminhos para chegar. Não importa o quão dói ou o quanto você vai chorar... Não importa o que pensam, o quanto você fala, o quanto você luta... Não importa se você acredita ou não no 'para sempre', ele não existe! Não importa qual caminho você irá seguir, sempre haverá um outro como opção para uma futura volta tua. Não importa o quanto você sinta, o tamanho do seu amor, do teu ódio, da tua esperança... Não importa o quão alto você grite, o quão alto você cante... Não importa teus sentidos, o frio que você sente, o arrepio em tua pele, o sopro em teu coração. Não importa o tempo que vais viver, o quão bem ou mal vais viver; não importa onde você mora e quanto tempo leva da tua casa até teu trabalho... Não importa se estás pronto pra recomeçar ou se ainda nem chegou ao fim, se a ferida ainda está aberta e não há sinal de cicatrização... Não importa o que pensam que você está pensando e/ou sentindo, você não vai conseguir mudar isso. Não importa a voz que te diz que tudo ficará bem, as horas ilusórias de felicidade, o sabor passageiro de uma água gelada... Não importa se vais dormir não querendo, se vais dormir pensando em não acordar ou se nem vais dormir... Não importa se vais gritar a tua dor, se ninguém quiser ouvir... Não importa tentar lutar, reagir, reviver; é tão difícil que vais pensar em desistir! Não importa a pena, a dó e a caridade... Não importa nada daquilo que penso, sinto, faço... Nada mais me importa agora, já que perdi tudo!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eu continuo porque a chuva não cai só sobre mim...
Mas olha só meu bem, veja bem a situação... Reparou na posição em que você me colocou? Tentando não te parecer novidade, me tornei prioridade, e agora o que eu vejo é o contrário do que você está tentando mostrar. Pode ser teu jogo, percebi que você gosta de brincar com fogo, mas talvez o que você não sabia é que nessas brincadeiras eu sempre sou água e nunca dou corda pra chama, faísca ou labareda alguma. Mas agora eu quero ver o fim de tudo isso, quero ver até onde as tuas cartas vão, e se mais uma vez você ficar só, com medo e se dizendo na solidão, perdão, mas meu tempo e paciência ocupado estarão; e quem vai te curar desse vício? Me desculpe ser tão rude, mas não serei eu. (Raíssa C. Momesso)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Se você não pode ser forte, seja pelo menos humano...
Certa vez decidi ir ao encontro da minha alma e procurar nela o motivo pela qual toda tarde às 18h meu corpo caía ao solo diante da tristeza. Achei, por ventura, que era uma influência astronômica, pois dizem que esse é horário que o sol se desliga e a lua é convidada a entrar em cena. Criei inumeras hipóteses na qual todas falharam... Com a incerteza no colo eu viajei até meu eu para procurar, da forma mais dolorida e mais eficaz, o porque de lágrimas cairem mesmo quando os olhos se fecham. Eu sofri! Eu senti um gosto amargo, um queimar ardente, e descobri... Com o corpo ao solo, coberto pela tristeza, olhei para os céus, vi e senti as nuvens chorando comigo; vi a cidade ficar cinza e grenar, vi sem abrir os olhos um filme bom, velho e conhecido. E voltando do encontro com minh'alma, reparei que o caminho que fiz era mais estreito e quente do que eu prevía. Em tons pastéis me vesti, tentando ser suave; fui, na verdade, patética! Não eram as 18h que derrubavam meu corpo, era a ilusão que surgia cada vez que eu te permitia ir embora... (Raíssa C. Momesso)
Assinar:
Postagens (Atom)