terça-feira, 17 de agosto de 2010

Antes o que era sonho se tornou realidade...



Eu quero sentar na grama molhada debaixo da lua com você, olhar pro lado e encontrar tudo que eu preciso... Provar que o tempo todo eu fui o caminho mais curto e intenso pro teu bem-estar. Te mostrar como é fácil ser feliz sem motivos... Eu quero te levar pra longe de tudo e cantar a canção que eu fiz pra ti, olhar em teus olhos e dizer tudo aquilo que eu geralmente não consigo. Calar o teu sorriso trazendo a tua boca pra perto (ou dentro) da minha e sussurrar a todo instante em teus ouvidos o quanto eu fico bem do teu lado. Como um vento leve, uma brisa levemente fria e fresca, o aconchego de uma fogueira, como tudo de suave que possa me rodiar e me transformar, como você eu... juntos!

Ps: quem quiser ter mais algum tipo de comunicação comigo é só me seguir no twitter - @ramomesso

domingo, 15 de agosto de 2010

Algumas coisas não precisam ser ditas para serem entendidas...

Talvez eu te ligue, talvez não, mas o meu desejo é que você fique esperando eu te ligar... Talvez eu fique, talvez não, o importante para mim é te causar dúvida. Enchendo os teus dias de talvez eu vou satisfazendo o meu ego e enrolando cada vez mais o teu juízo. Te entregando sorrisos e gentilezas, carinhos e promessas e carregando minhas energias com a sua ilusão, confusão e apreensão. Eu nunca te disse isso antes, mas o que mais me preenche é ver seu mundo girando ao redor de mim, teus textos escritos e declarados para mim, as tuas brigas e intrigas por minha causa... Eu não te quero do meu lado, eu não quero você comigo, mas não quero que você se afaste, que você se esqueça e/ou que pare de viver por mim. Não sei dizer ao certo, mas esse é o único sentimento que existe em mim, além do amor próprio é claro. Mas também não acho que seja egoísmo ou algo do tipo... eu apenas tenho um mundo em que tudo e todos giram em torno de mim; eu fui alimentada com isso desde meu primeiro sinal de vida, é um vicio e não é minha culpa. Talvez seja um pouco, talvez não... Sou instável, um pouco sem opinião mas lanço leis e tendências sem perceber. Mas hoje prometo que vou te encontrar, prometo que vou te ver... eu ligo pra gente marcar, vamos nos encontrar... Ou não. (Raíssa C. Momesso)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Em silêncio vai viver, querendo falar...

É como olhar pro lado e a paisagem virar um borrão, é como aquela sensação de primeira vez, é como a data mais importante do ano, a tarde mais linda do mês, a noite mais fria da sua vida... É como saber que quer mas não sabe o que. O abismo mais fundo dos abismos, o riacho pai de todos os riachos, o abstrato mais indeciso e confuso de todos os abstratos... É como o estranho ser o mais belo, e o raso ser o mais intenso! Acordar sozinho, dormir sozinho, mas não ter coragem de sair daqui... O distante atrai, o difícil é imã, e cada vez mais você se vê próximo do que está cada vez mais longe. É como criar um mundo só seu, viver fisicamente no mundo real e emocionalmente no seu, como fazer seus pensamentos alcançarem lugares que sua inteligência não chega, é como ser mais completo quando notas musicais estão presentes nos teus ouvidos. Aquele sussuro, aquele arrepio, aquele suspense antes das bocas se tocarem, aquele abraço forte querendo te trazer pra dentro de mim, aquilo tudo que jamais sairá da memória. O meu sorriso, o meu choro, a minha dor, o meu gozo... É como se fosse melhor pra mim e insignificante para você... É como se apaixonar. (Raíssa C. Momesso)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Aquele tempo que não vai voltar, toda uma vida a se perguntar...

Abraço o escuro pra sentir o arrepio que o medo me dá. Abraço corpos mortos pra tentar descobrir como é o lado de lá. Abraço as infinitas dúvidas para garantir que sempre as terei por perto. E sem entender como, me perco dentro desses abraços... Ao som da rua, eu saio na calçada e minhas mãos condenam o frio que sinto por dentro. E antes que meus pés me perguntem para onde irei, dou a eles a liberdade de decidir. Me engano sempre que tento contar as inumeras vezes que derrepente fiquei sozinha em meio a pessoas vazias... Não que eu seja um poço de conteúdo e virtudes, mas de alguma forma algum detalhe sempre me preenche. Tento, tento, mas não consigo ficar presa na solidão... Não tem jeito, não sou digna de recebe-la em mim! Enquanto isso, voam pensamentos... voam teorias... voam intenções. E voam pra onde? Pra fora de mim. (Raíssa C. Momesso)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sei eu que a minha louca insensatez me fez perder você de vez...


 Eu esqueci onde coloquei as chaves de uma nova vida... Talvez tenha sido a minha embriaguez, que apesar de não ser intensa era insana. E agora como eu vou entrar? Mas quer saber, eu nem queria entrar mesmo... Vou ficar do lado de fora, sentada na porta com a minha garrafa de estupidez, que apesar de estar apenas dois dedos cheia, sei que vai me trazer o sono. Quem sabe um vago coração não passa, me veja sem consciência e resolve me levar pra tua casa... Ou acordarei sozinha, nada disposta à enfrentar a intelorante ressaca.
Devo estar fantasiando... Eu nunca pedi, encomendei, comprei, ganhei, chaves de uma nova vida! Por que diabos então eu pensei que estivesse perdido algo que eu nem tenho? Cadê meu juizo? Cadê a minha direção? Sei la... esses sim eu devo ter perdido! Culpa da embriaguez, é claro. (Raíssa C. Momesso)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

And I'm free, free falling...

[...] E Melissa acreditava que ninguém poderia ser feliz sem estar com alguém... Foi assim que ela cresceu, foi com essa idéia que ela sempre conviveu. Via sua mãe sempre reclamar do teu desinteressado pai, dizendo que ia abandoná-lo e levar a filha com ela, mas quando a raiva ia embora levava junto a coragem e o comodismo falava mais alto. Melissa nunca entendia o porque de estar com uma pessoa fria era o correto. Mas o que Melissa sabia (apesar de não entender) é que algo diferente sempre acontecia em suas pernas, olhos e mãos quando ela encontrava aquele garoto na escola... Mas ela temia que ele poderia ser para ela o que o seu pai era pra tua mãe: rotina!.. (Raíssa C. Momesso)

domingo, 1 de agosto de 2010

Sem obrigações eu espantava a lucidez, e por um algum motivo eu me encontrei...

Pra que criar confusões? Pra que me deixar sem saída? Pra que me colocar em um lugar na qual não poderei ficar? Começar a sentir teu aconchego, entrar debaixo das tuas cobertas e quando eu começar me aquecer já tenho que ir embora... Talvez nem seja maldade, crueldade ou algum veneno do tipo; talvez nem seja de propósito, talvez seja acidental... Mas é difícil entender como coisas assim acontecem. Como a coragem que demorou a chegar, talvez você demore também; mas sabe... sem pressa, sem atropelamentos, eu sei que as coisas vão acontecer. Mais cedo ou mais tarde, não adianta fugir... Quem sabe eu seja a tua carona no meio dessa estrada onde apenas carros passaram te observando e não te notando, como eu te notei, como eu parei... 
Pode andar deixando teus rastros nas folhas, pode voar e sentir o vento no teu rosto, só não se deixe esquecer onde realmente é a tua morada: eu! (Raíssa C. Momesso)